O visual metrosexual
Paul Gehring laçou uma coleção dirigida a nova tendência masculina: o metrosexual, antecipando assim, um estilo que cresce dia a dia.
Lhe encanta Aramani, atende tanto as passarelas como aos campos de esporte, confessa sua adulação por Kylie Minogue e inclusive desenha sua própria joalheria. Mas não é gay.
O homem tem interesse cada vez maior por seu aspecto. Recorre ao cabeleireiro em vez de ir aos barbeiros; evita a clássica barra de sabão porque é áspera demais para sua pele; pratica academia e tem dificuldades para decidir que roupa usar.
Os homens estão ocupando seu tempo de forma diferente – não só estando mais diante do espelho, e sim também em boutiques, desfrutando de uma baile em uma sabe de festas e vendo os salões de beleza.
Os profissionais de marketing estão iniciando uma mudança, eliminando elemento forte dos produtos que cercam o homem. Assim, a imagem dos masculino resistente estão caindo dos anúncios de cervejas e carros.
O metrosexual gasta muito dinheiro, não resiste diante de uma vitrine luminosa e não se priva de nada, ou de quase nada.
O ídolo: David Beckhan. Indiscutivelmente na moda, recorre toda semana ao salão de cabeleireiro. Não tem medo de declarar que, em nome da tendência, colocou as calcinhas de sua mulher Vitória e é admirado pela comunidade gay. E ele se declara complacente : “Sinto-me feliz por ser idolatrado, seja pelos gays ou pelos héteros, isso me importa pouco”.
|